Sobre

logo_clube_blogEspalhar arte pela cidade? Tirar as pessoas de sua rotina? Essas são algumas vontades d’O Clube. O objetivo é provocar pausas no cotidiano da metrópole, cavando possibilidades de outras relações entre as pessoas e a cidade.
O Clube inicia suas ações com a seguinte questão: o que queremos para nossa cidade, já que a cidade somos nós? Assim, acredita que as práticas artísticas podem criar situações de visibilidade, denunciar ausências e disparar novas formas de convivência.
O objetivo do núcleo é investigar a relação arte e cidade, agregando diversos artistas, realizando intervenções, encontros e oficinas. O grupo foi formado em janeiro de 2017 por artistas e amigos que se conhecem há anos trabalhando e são de diferentes áreas:

Chai Rodrigues_ Comunicadora, Performer e Produtora Cultural, é Especialista em Gestão Cultural – Cultura, Desenvolvimento e Mercado, pelo Senac-Lapa Scipião (2015) e em Comunicação Televisiva e graduada em Comunicação Social – Rádio e Televisão. Foi coordenadora de produção do Festival Nacional de Vídeos Universitários REC (Rumo à Estação Cinema) (2005-2010) e voluntária do CMI – Centro de Mídia Independente, em 2005. Possui artigos publicados nas áreas de políticas públicas para Performance Arte – VII Seminário Internacional de Políticas Culturais (2016); Teatro e Performance – Revista Interartive (2014) e Jornal A Gazeta (2013); Políticas Públicas para Cultura – Seminário Políticas para a Diversidade Cultural (2014); Cinema – Revista Observatório da Diversidade Cultural (2014) e Televisão – Intercom Nacional (2010). Possui experiência em desenvolvimento de projetos, produção audiovisual e de bens culturais e jornalismo cultural. É idealizadora e editora do blog erapraserbrigida.com.br e diretora do documentário Entre Saltos, do Coletivo PI (2014). Atualmente, é assistente de produção da cia La Mínima Circo e Teatro e atuou como Agente de Governo Aberto, do programa São Paulo Aberta, da Prefeitura de São Paulo, ministrando a oficina Estratégias de Comunicação em Rede.

Emanuela Araújo_Atriz e arte-educadora. Graduada em Arte – Teatro pela Universidade Estadual Paulista em 2006 (UNESP). Tem experiência no ensino da Arte para crianças e adultos.  Participou do Sarau do PI, em maio de 2015, com a performance Coma – uma cena performática sobre questões do universo feminino e a marginalidade, como o aborto ilegal e moradoras de rua. Atriz do espetáculo O Retrato mais que óbvio daquilo que não vemos (2014 e 2015) e parceira de diversos trabalhos do Coletivo PI entre 2013 e 2016.

Jean Carlo Cunha_Performer, diretor, produtor e arte-educador, graduado em Direito, com especialização em Arte Educação e graduação em Artes Visuais. Iniciou suas atividades teatrais em Campo Limpo Paulista como ator amador em 2001 no Grupo Teatral Dramaturgindo, com o qual atuou em mais de dez espetáculos. Em 2004, funda a Cia Meketréfi de Teatro, e se profissionaliza como ator. Em 2006 se profissionaliza como diretor teatral e pesquisa o universo da cultura popular, num trabalho colaborativo com a Cia Meketréfi de Teatro, e dirige alguns espetáculos, como: Dona Santa e Kaboom! O fim do mundo, ambos de autoria própria. Em 2008 se desliga da Cia Meketréfi de Teatro para cursar disciplinas de Mestrado no IA da Unicamp e pesquisar Wolfsonh e Hart, sob orientação de Paula Molinari. Passa a integrar em 2008 o recém-formado Grupo de Ninguém, onde desenvolve a função de diretor, resultando na montagem de Navalha na Carne, A Hora da Estrela, e Insólito, as quais lhe renderam prêmios de melhor direção, entre outros. Liderou a Coordenadoria de Cultura do Município de Campo Limpo Paulista na gestão de 2009 a 2012. Integrou o Desvio Coletivo (2013), dirigido por Marcos Bulhões, Marcelo Denny e Priscilla Toscano com o qual participou do espetáculo “Pulsão”, em temporada no Instituto de Artes da UNESP e apresentado na I Bienal Internacional de Teatro da USP. Integrou o Coletivo Pi, núcleo de pesquisa e criação em intervenção urbana entre 2014 e 2016, contribuindo nas criações artísticas e produção.

Mari Sanhudo_Cursando Letras na Estácio de Sá (2017), é pós-graduada em Docência de Sociologia e Filosofia e bacharel em Turismo e Hotelaria pela Universidade do Vale do Itajaí. Realizou Qualificação técnica em Filosofia e Sociologia na Fundação Getúlio Vargas (2014) e em Antropologia Visual na PUC-SP (2014). Foi Mediadora Bilíngue da Caixa Cultural (2015), assistente de curadoria no Centro Cultural do Banco do Brasil para o evento Música e Performance e responsável pelo projeto de Hospitalidade do Hospital Infantil Sabará (2013). Integrou o Coletivo PI entre 2014 e 2016, atuando como assistente de produção e performer em diversos trabalhos do núcleo, como a intervenção urbana Entre Saltos (2014-2016), vencedora do Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Plásticas, a performance Contornos e o espetáculo itinerante O Retrato mais que óbvio daquilo que não vemos. Foi tradutora no centro de pesquisas e projetos sobre Patrimônio Cultural de Santa Catarina, da Universidade do Vale do Itajaí (2012) e do artigo Cegos (Blind) aprovado pela revista Urban Space (2014). Atualmente é professora de inglês na ONG Vida Jovem, produtora Web do site erapraserbrigida.com.br.
 
Natalia Vianna_Atriz, performer e arte educadora, graduou-se em Arte-Teatro pela Universidade Estadual Paulista (UNESP/2008) e estudou História da Arte na Universidade de Santiago de Compostela (USC/Espanha, 2008). É Mestranda em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP, 2017-2019). Atua na área artística desde 2001 e entre 2010 e 2016 integrou o núcleo fixo do Coletivo PI, grupo de pesquisa e criação em performance e intervenção urbana, atuando em todos os trabalhos do coletivo neste período. Já participou cursos e oficinas nas diversas áreas artísticas com nomes como Mario Bolognesi, Cida Almeida, Marcos Bulhões, Marcelo Denny, Cristiane Paoli Quito, Grupo TAPA, entre outros. Em 2010, integrou o espetáculo Cielo Arte, do grupo catalão La Fura Dels Baus. Ministrou a palestra A cidade que desejamos: práticas intervencionistas no espaço público, para o curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie (FAU/MACK/SP), em maio/2014. No mesmo ano, participou do Seminário Internacional de Planejamento Urbano em Almada/Portugal pela Universidade de Lisboa e é coautora do artigo Intervenções artísticas efêmeras: uma análise dos trabalhos do Coletivo PI na cidade de SP/Brasil, publicado em 2015 pela Editora Caleidoscópio. Desde 2010 é arte educadora na Prefeitura Municipal de Diadema.

Pâmella Cruz_Atriz, performer, diretora e arte educadora. É graduada em Arte-Teatro pela Universidade Estadual Paulista (UNESP/2008) e Mestranda em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Mackenzie (2015-2017). Em 2009 fundou o Coletivo PI, núcleo de pesquisa e criação em performance e intervenção urbana, juntamente com Priscilla Toscano. Desde 2006 realiza trabalhos cênicos e pesquisa em linguagens híbridas. Já participou de diversos espetáculos e cursos na área cênica com nomes como João Miguel, Juliana Jardim, Mario Bolognesi, Cida Almeida, Francesco Zigrino, Teatro da Vertigem, Marcos Bulhões e Marcelo Denny. É arte educadora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo desde 2010, e diretora do espetáculo O Retrato mais que óbvio daquilo que não vemos, do Coletivo PI (contemplado pelo Edital ProAC Primeiras Obras durante a residência artística na Casa das Caldeiras, em 2014, e pelo Prêmio Funarte Artes na Rua, com a temporada de novembro de 2015). Participou do Seminário Internacional de Planejamento Urbano em Almada pela Universidade de Lisboa, tendo seu artigo publicado em 2015.  Participou como palestrante do VII Seminário Nacional de Pesquisa em Arte e Cultura Visual da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG) com o tema Coletivos de Intervenção Urbana, em junho/2014. Também foi palestrante do seminário Cultura e Empoderamento Feminino no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc/SP em 2014, e ministrou a palestra A cidade que desejamos: práticas intervencionistas no espaço público para o curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie (FAU/MACK/SP), no mesmo ano. Atualmente trabalha na pesquisa Novas Derivas: a apropriação da arquitetura e dos espaços públicos da cidade por intervenções artísticas.